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  • Self-Service BI: o que é, como funciona e como preparar os dados

    Self-service BI é a resposta de muitas empresas para uma demanda por dados que já cresce mais rápido do que o time de TI ou Analytics consegue atender. Estruture uma base de dados preparada para self-service BI com a Dataside. Mas autonomia analítica não começa na ferramenta. Ela começa na qualidade dos dados, nas definições compartilhadas e na governança que sustenta essa autonomia sem gerar números conflitantes entre áreas. Neste artigo, você vai entender: O que é self-service BI? Como o self-service BI funciona na prática? Quais são os benefícios do self-service BI? Quais dados precisam estar preparados para self-service BI? Como garantir governança no self-service BI? Self-service BI com governança de dados da Dataside É justamente nesse ponto que a Dataside apoia empresas. A empresa atua em Data Analytics, Data Governance, Data Engineering & Architecture, Analytics Support e Alocação de Especialistas, ajudando organizações a transformar dados em uma base confiável para análise e tomada de decisão. Se sua empresa quer ampliar a autonomia analítica do time sem perder consistência nos números, fale com a Dataside. Self-service BI funciona quando os dados estão preparados para serem usados por quem toma decisão. O que é self-service BI? Self-service BI é um modelo de análise em que profissionais de negócio conseguem acessar dados, explorar informações e criar relatórios sem depender da criação manual de cada análise pelo time técnico. O objetivo é tornar o uso de dados mais próximo da rotina das áreas de negócio. Em vez de solicitar um relatório sempre que surge uma nova pergunta, o próprio usuário pode investigar o dado disponível e chegar à resposta mais rapidamente. Isso não elimina a importância do time de TI ou de Analytics. O papel dessas equipes muda: elas passam a cuidar da arquitetura, qualidade, integração e governança dos dados que sustentam a autonomia analítica. Como o self-service BI funciona na prática? Na prática, o self-service BI permite que profissionais de negócio consultem dados, filtrem indicadores e realizem análises com autonomia, sem depender da equipe de dados para cada nova demanda. Imagine um gerente comercial que deseja entender por que as vendas caíram em uma região específica. Em vez de solicitar um relatório ao time técnico, e esperar dias pela resposta, o usuário acessa um painel pronto e obtém a análise em poucos minutos. Esse modelo só funciona quando três elementos atuam em conjunto: Uma base de dados confiável: os dados precisam estar integrados, padronizados e atualizados, garantindo consistência entre as diferentes fontes da empresa. Ferramentas acessíveis para exploração: a plataforma deve permitir que usuários de negócio naveguem pelos dados, criem visualizações e respondam perguntas do dia a dia sem exigir conhecimento técnico avançado. Uma camada semântica compartilhada: métricas e conceitos precisam ter o mesmo significado para todas as áreas, evitando versões diferentes do mesmo indicador. Quando esses três pilares estão bem estruturados, o self-service BI deixa de ser apenas uma funcionalidade da ferramenta e passa a ser uma capacidade organizacional. As decisões se tornam mais rápidas, as áreas ganham autonomia e o time de dados consegue dedicar mais tempo a análises estratégicas e iniciativas de maior valor para o negócio. Quais são os benefícios do self-service BI? Os principais ganhos costumam aparecer em velocidade, adoção de dados e produtividade do time técnico. As áreas conseguem responder perguntas mais rapidamente, incorporam dados com mais frequência na tomada de decisão e reduzem a dependência de solicitações operacionais. Ao mesmo tempo, o time técnico deixa de concentrar grande parte do esforço em relatórios recorrentes e pode dedicar mais tempo a arquitetura, qualidade de dados, automação e projetos analíticos mais complexos. O benefício mais importante, porém, é como a decisão passa a acontecer mais perto de quem executa o processo. Quais dados precisam estar preparados para self-service BI? Os dados mais críticos para a tomada de decisão — como vendas, financeiro, marketing, operações e atendimento — costumam ser os primeiros candidatos ao self-service BI. No entanto, disponibilizá-los em um dashboard não significa que estejam prontos para uso analítico. Na prática, o desafio está em transformar dados operacionais em informações confiáveis para o negócio. Isso envolve integração entre sistemas, padronização de indicadores, atualização consistente e uma estrutura de governança capaz de evitar interpretações diferentes do mesmo número. É justamente nesse ponto que muitas empresas percebem que o tema vai além da ferramenta. A autonomia analítica depende de uma preparação adequada da base de dados e de uma visão integrada do negócio, garantindo que diferentes áreas tomem decisões a partir da mesma referência de informação. Como garantir governança no self-service BI? A expansão do self-service BI costuma revelar um desafio que nem sempre aparece no início do projeto: manter consistência analítica à medida que mais áreas passam a criar suas próprias análises. Sem uma estrutura de governança, indicadores estratégicos podem ganhar interpretações diferentes ao longo do tempo, comprometendo comparações, decisões e a confiança nos dados. Por isso, governança em self-service BI não significa restringir acesso. Significa garantir que métricas críticas tenham definições únicas, responsáveis claros e processos de revisão alinhados às mudanças do negócio. Quando esses elementos estão bem estabelecidos, a empresa consegue ampliar a autonomia analítica sem abrir mão da confiabilidade das informações. Self-service BI com governança de dados da Dataside Em muitos projetos, o principal desafio não está na criação do primeiro dashboard, mas na evolução do ambiente analítico ao longo do tempo. À medida que novas áreas passam a consumir dados, cresce a necessidade de padronização, governança e integração entre negócio e tecnologia. A abordagem da Dataside parte justamente desse contexto. Antes de discutir ferramentas, o foco está em entender como os dados apoiam as decisões, identificar divergências de indicadores e avaliar a maturidade analítica da empresa. Com base nesse diagnóstico, a Dataside apoia a criação de uma camada analítica consistente, com métricas padronizadas e governança adequada para ampliar o uso do BI com segurança. O objetivo é criar um ambiente em que diferentes áreas possam operar com maior autonomia, mantendo uma referência única de informação para decisões executivas. Se a sua empresa está ampliando o uso de dados nas áreas de negócio, vale avaliar se a base atual suporta esse crescimento com consistência, governança e confiança analítica.

  • AI Fast: o que é e por que empresas estão priorizando ROI rápido em IA

    AI Fast é o que separa duas empresas que compram a mesma tecnologia de IA: enquanto uma ainda discute o próximo piloto, a outra já mudou um indicador do negócio. Descubra com a Dataside o que pode estar impedindo sua empresa de capturar valor mais rápido com IA. Nos últimos anos, a conversa sobre inteligência artificial foi muito marcada pela adoção: quantos projetos foram iniciados, quantas licenças foram compradas, quantos modelos entraram em produção. Agora, a cobrança é outra: o que mudou no negócio depois que a IA entrou em cena? É nesse contexto que o conceito de AI Fast ganha relevância. Na visão da Dataside, AI Fast é a capacidade de uma empresa reduzir o tempo entre identificar uma oportunidade com IA, colocar a solução em prática e capturar valor no negócio. Não significa simplesmente implementar IA mais rápido. Significa encurtar o caminho entre inteligência, decisão e resultado. Neste artigo, você vai entender: O que é AI Fast e o que significa para as empresas? AI First e AI Fast; qual a diferença?; Como uma empresa pode se tornar AI Fast? Como medir o ROI de IA e acelerar a captura de valor? Exemplos de empresas usando IA para gerar resultados de negócio Como a Dataside ajuda empresas a acelerar resultados com IA? É justamente essa capacidade que a Dataside ajuda as empresas a construir. A empresa atua em Data Analytics, Data Engineering & Architecture, Data Governance, 360 AI Strategy, Gen AI & AI Agents e Analytics Support, conectando dados, IA e execução para acelerar resultados de negócio. Se sua empresa já investiu em IA, mas ainda não percebeu impacto claro nos indicadores do negócio, vale investigar o que está travando essa velocidade. O que é AI Fast e o que significa para as empresas? Ser AI Fast significa reduzir o tempo entre o uso da IA e o impacto que ela gera no negócio. Na prática, é a diferença entre uma empresa que recebe uma recomendação de IA hoje e consegue ajustar preço, estoque, atendimento ou operação rapidamente, e outra que leva semanas para validar, aprovar e executar a mesma mudança. O conceito olha para esse intervalo: da adoção da IA até o momento em que ela começa a influenciar receita, custos, produtividade, riscos ou experiência do cliente. Uma empresa pode ter poucos projetos de IA e ainda assim ser AI Fast, se essas iniciativas gerarem impacto relevante rapidamente. Outra pode ter dezenas de projetos em andamento e continuar sem conseguir apontar um resultado concreto. Por isso, AI Fast não mede a quantidade de IA implementada. Mede a velocidade com que a empresa transforma inteligência em decisão e decisão em resultado. Essa diferença importa porque muitas organizações já conseguem gerar análises, previsões e recomendações com IA. O desafio está em incorporar essas respostas ao fluxo real de decisão antes que a oportunidade passe. AI First vs. AI Fast: qual é a diferença? Muitas empresas já se consideram AI First. A IA aparece na estratégia, nos processos e até na comunicação institucional como uma diretriz de transformação. Mas colocar IA como prioridade não garante impacto. É possível investir em ferramentas, criar pilotos, contratar plataformas e ainda passar meses sem alterar um indicador relevante do negócio. Isso acontece quando a tecnologia não está conectada ao processo que precisa mudar. AI First indica prioridade para IA. AI Fast indica capacidade de transformar essa prioridade em resultado. A primeira está relacionada à direção que a empresa escolhe seguir. A segunda, à velocidade com que essa escolha chega à operação e produz efeitos mensuráveis. Por isso, uma empresa pode ser AI First e ainda não ser AI Fast. O que diferencia as duas é o que acontece depois da adoção: a IA realmente muda alguma decisão, processo ou resultado? Como uma empresa pode se tornar AI Fast? Ser AI Fast não depende apenas de colocar uma solução de IA em produção. A empresa precisa criar as condições para que o resultado gerado pela tecnologia consiga chegar à operação. O primeiro ponto é ter clareza sobre qual decisão a IA precisa melhorar. Um caso de uso ligado a preço, risco, atendimento, estoque ou vendas tem um resultado mais fácil de acompanhar do que uma iniciativa criada apenas porque determinada tecnologia está disponível. Também é preciso que o processo consiga absorver o que a IA revela. Se uma recomendação chega ao time, mas ninguém tem autonomia, processo ou estrutura para agir sobre ela, o ganho fica preso no dashboard. E existe ainda a velocidade de execução. Quanto mais etapas desnecessárias existem entre testar, validar e colocar uma solução em uso, maior fica o tempo até a captura de valor. Por isso, dados confiáveis, governança, arquitetura adequada e capacidade de execução fazem parte da equação. Ser AI Fast não é apenas fazer IA rápido. É criar um caminho curto entre uma oportunidade identificada e o resultado que ela pode gerar. Como medir o ROI de IA e acelerar a captura de valor? ROI continua sendo uma das principais formas de avaliar se uma iniciativa de IA está gerando valor. O problema aparece quando essa avaliação só começa depois que o projeto já consumiu orçamento, tempo e capacidade do time. Uma estratégia mais consistente começa definindo qual resultado do negócio precisa ser movimentado, quais indicadores conseguem demonstrar esse impacto e o que será necessário para capturá-lo. Esse resultado pode aparecer em receita, redução de custos, produtividade, tempo de operação, redução de erros, risco ou experiência do cliente. A partir daí, o ROI ajuda a comparar oportunidades e acompanhar se o resultado esperado está realmente aparecendo. É uma diferença importante: o ROI não precisa ser uma justificativa construída no fim do projeto. Ele pode orientar a escolha e a execução da iniciativa desde o início. Quando existe uma decisão clara, um processo preparado para agir e uma forma objetiva de medir o impacto, fica muito mais fácil entender quanto a IA está gerando, e quanto tempo levou para chegar lá. Exemplos de empresas usando IA para gerar resultados de negócio O movimento não está restrito a empresas globais ou a setores de tecnologia. No Brasil, organizações de diferentes segmentos já utilizam IA para melhorar decisões operacionais, prever eventos críticos, otimizar processos, apoiar vendas, personalizar experiências e criar canais de receita. O ponto em comum entre esses casos não é simplesmente a tecnologia utilizada. É a conexão entre uma decisão real do negócio, uma aplicação de IA e um processo capaz de agir sobre o resultado gerado. Esse é um sinal importante de maturidade: a IA deixa de ser um experimento isolado e passa a fazer parte da operação. E quanto menor o intervalo entre a identificação da oportunidade, a implementação e o impacto percebido, maior a capacidade da empresa de capturar valor antes que o contexto mude. Como a Dataside ajuda empresas a acelerar resultados com IA? Para muitas empresas, o desafio já não é encontrar onde usar IA. É entender onde ela realmente pode fazer diferença e transformar esse potencial em resultado. É nesse ponto que a Dataside entra. A partir do contexto de cada negócio, a Dataside ajuda a conectar estratégia, dados e IA para identificar oportunidades com potencial de impacto e orientar decisões de investimento mais consistentes. Porque ser AI Fast não significa sair implementando mais soluções. Significa ter clareza sobre onde a IA pode gerar valor e capacidade para fazer esse valor chegar ao negócio. Se sua empresa já investe em IA, mas ainda encontra dificuldade para transformar iniciativas em impacto mensurável, a Dataside pode ajudar a acelerar esse caminho. AI Fast não é ter mais IA. É transformar IA em resultado no ritmo que o negócio precisa.

  • Sua empresa não tem azar. Tem operação sem leitura.

    Toda segunda-feira eu começo o dia com uma pergunta simples: o que eu não estou vendo? Não é ansiedade. É método. Porque em dez anos de operação eu aprendi uma coisa que mudou meu jeito de trabalhar: problema nenhum nasce no dia em que explode. O sistema que caiu na sexta às 18h vinha degradando havia três semanas. O número ruim que apareceu no fechamento do mês estava se formando desde o dia 9. A pergunta do conselho que "ninguém viu chegando" estava desenhada no funil de vendas fazia um trimestre. Tradução honesta: o que a gente chama de surpresa, na maioria das vezes, é um aviso que ninguém leu. Tranquilidade é uma métrica, não um sentimento Quando um executivo me diz que quer "mais tranquilidade" na operação, eu pergunto o que isso significa em número. A resposta costuma travar. Então eu ofereço a minha definição: tranquilidade é a distância entre o momento em que o dado avisa e o momento em que o problema custa dinheiro. Numa empresa sem leitura, essa distância é zero. O aviso e o prejuízo chegam juntos, geralmente numa sexta-feira. Numa empresa com leitura, essa distância vira o ativo mais barato que existe: tempo para decidir. O cliente que muda o comportamento avisa antes de cancelar. O estoque que gira diferente avisa antes da ruptura. O banco que degrada avisa antes de derrubar a operação. A pergunta nunca foi se os sinais existem. É se alguém está olhando. Liberdade se mede em agenda A outra palavra que aparece muito nessas conversas é liberdade. E aqui eu sou ainda mais pragmática. Liberdade, numa empresa, se mede na agenda do seu melhor time. Pega as últimas quatro semanas e faz a conta: quantas horas dos seus profissionais mais caros foram para apagar incêndio, e quantas foram para construir algo que move receita ou margem? Já vi essa conta dar 70% de incêndio. Um time sênior inteiro operando como plantão de emergência. E o pior: quando o herói do plantão resolve a crise, a empresa comemora. Eu não comemoro. Herói recorrente é sintoma de sistema ausente. Empresa que depende de herói de plantão não tem time sênior. Tem bombeiro caro. E bombeiro caro tem um custo invisível que não aparece em nenhum relatório: tudo o que ele deixou de construir enquanto apagava fogo. O que monitorar primeiro Não dá para ler tudo, e nem precisa. Três famílias de sinal pagam a conta na maioria das operações que eu acompanho: Degradação de performance. Sistemas, bancos de dados e processos críticos raramente quebram do nada. Eles desaceleram, acumulam fila, aumentam taxa de erro. Monitoramento contínuo transforma essa curva em alerta semanas antes do incidente. Desvio de padrão de comportamento. Cliente, fornecedor, canal de venda. Quando o padrão muda, algo mudou na realidade antes de mudar no resultado. É aqui que IA deixa de ser promessa e vira ferramenta: ler milhões de registros e apontar o que fugiu da curva é exatamente o tipo de trabalho que ela faz melhor que qualquer analista. Tendência de custo. Custo quase nunca sobe em degrau. Sobe em rampa. Quem olha a rampa no dia 10 ajusta o mês. Quem olha no fechamento escreve justificativa. Isso não é projeto de tecnologia Aqui vem a parte que eu faço questão de dizer, até porque trabalho numa empresa de dados e IA: nada disso começa comprando ferramenta. Começa com uma decisão de gestão: quais surpresas dos últimos doze meses a gente se recusa a repetir? Essa lista define o que monitorar. O que monitorar define quais dados precisam estar confiáveis. E só então a tecnologia entra, como alavanca de uma decisão que já existe. Na Dataside, a gente viveu isso do lado do cliente muitas vezes. Um exemplo de que me orgulho: uma indústria global modernizou com a gente os bancos de dados de 7 países e colocou monitoramento 24x7 no lugar do plantão reativo. O resultado, declarado por eles e não por nós, foi a queda de incidentes críticos e um time de tecnologia que voltou a construir. Essa é a regra da casa: quem executa não calcula o próprio resultado. O número que vale é o do cliente. A pergunta para a sua segunda-feira Se você leu até aqui, deixa eu devolver a pergunta que abre o meu dia: o que você não está vendo? Faz o exercício com o seu time esta semana. Lista as três últimas surpresas caras da operação. Para cada uma, pergunta: em que dado esse problema já estava visível antes de explodir? Se a resposta for "em nenhum", o problema é de instrumentação. Se for "nesse aqui, mas ninguém olhava", o problema é de leitura. Os dois têm solução, e nenhuma delas começa por sorte. Tranquilidade não se deseja. Se constrói com dado. Letícia Carvalho Amante é COO da Dataside, consultoria de dados e IA reconhecida com a primeira IA Advanced Specialization da Microsoft no Brasil e líder de quadrante ISG por dois anos consecutivos.

  • Consultoria de dados: consultoria, alocação ou equipe interna? 

    Consultoria de dados costuma entrar em cena quando um projeto de dados e IA precisa avançar, mas o time atual não consegue absorver tudo sozinho. Cada modelo atende a uma necessidade diferente — e entender essa diferença ajuda a tomar uma decisão mais adequada ao momento da empresa. Conheça o modelo de Alocação de Especialistas da Dataside e veja qual estrutura faz mais sentido para o seu momento. A escolha passa por alguns pontos importantes: o que precisa ser resolvido, qual conhecimento já existe internamente, qual capacidade está disponível e com que velocidade a empresa precisa avançar. Neste artigo, vamos mostrar quando cada modelo faz sentido e como eles também podem ser combinados ao longo de uma mesma jornada. Consultoria, alocação ou equipe interna: qual necessidade sua empresa precisa atender? Quando contratar uma consultoria de dados faz sentido Quando alocar profissionais especializados pode ser a melhor alternativa Quando vale construir uma equipe interna Como combinar os diferentes modelos Consultoria e alocação de profissionais com a Dataside É justamente nesse tipo de decisão que a Dataside atua. A empresa trabalha com soluções de Data Analytics e Inteligência Artificial e pode atuar em diferentes formatos, de acordo com o desafio e a estrutura de cada cliente. A atuação inclui Data Engineering & Architecture, Data Governance, Data Analytics, Database Support, 360 AI Strategy, Gen AI & AI Agents e Alocação de Especialistas. Se sua empresa precisa aumentar a capacidade do time, acelerar um projeto ou desenvolver uma nova frente de dados e IA, fale com a Dataside. A estrutura certa depende do que sua empresa precisa construir e da velocidade com que precisa fazer isso. Consultoria, alocação ou equipe interna: qual necessidade sua empresa precisa atender? Os três modelos podem apoiar projetos de dados e IA, mas não da mesma forma. A consultoria de dados costuma entrar quando existe um desafio que exige conhecimento especializado, experiência em projetos semelhantes e uma estrutura capaz de conduzir a iniciativa. A alocação de profissionais atende uma necessidade diferente: o trabalho já está dentro da empresa, mas o time precisa de mais capacidade ou de uma especialização que não está disponível internamente. Já a equipe interna representa uma capacidade que a empresa decide desenvolver e manter no longo prazo. Por isso, antes de escolher o modelo, vale olhar para o próprio cenário. Existe um projeto específico que precisa avançar? Falta conhecimento especializado? O time está sobrecarregado? Ou aquela competência será necessária de forma permanente? As respostas ajudam a definir qual estrutura faz mais sentido. Quando contratar uma consultoria de dados faz sentido? A consultoria de dados pode ser especialmente útil quando a empresa precisa enfrentar um desafio específico e quer contar com uma equipe que já tenha experiência para conduzir esse tipo de projeto. Pode ser uma migração, uma revisão de arquitetura, a estruturação de uma estratégia de dados, um projeto de Analytics ou uma iniciativa de IA. Também é uma alternativa relevante quando o desafio ainda precisa ser melhor compreendido. Nesse caso, uma visão externa pode ajudar a avaliar o ambiente atual, identificar oportunidades e definir o caminho mais adequado antes que a empresa invista recursos em uma solução. A consultoria também pode trazer uma perspectiva que nem sempre está disponível internamente: a experiência acumulada em diferentes ambientes, tecnologias e desafios de negócio. Quando alocar profissionais especializados faz sentido? Nem todo desafio exige uma equipe externa conduzindo o projeto do começo ao fim. Em muitos casos, o time interno já sabe o que precisa fazer. O problema é outro: faltam pessoas para executar no ritmo necessário ou uma especialização específica para avançar. É nesse cenário que a alocação de profissionais pode fazer sentido. Um especialista pode reforçar a equipe durante um projeto, assumir uma frente que exige conhecimento específico ou apoiar a operação enquanto a empresa estrutura uma contratação permanente. A principal diferença está na forma de trabalho. Na alocação, o profissional passa a atuar integrado ao time do cliente, acompanhando sua rotina, ferramentas, prioridades e processos. Isso permite ampliar a capacidade de execução sem necessariamente criar uma nova posição permanente dentro da estrutura. Para empresas que precisam acelerar uma iniciativa ou preencher uma lacuna técnica, pode ser uma forma mais rápida de colocar conhecimento especializado em operação. Quando vale construir uma equipe interna? A equipe interna ganha ainda mais importância quando dados e IA deixam de ser uma iniciativa pontual e passam a fazer parte da operação da empresa. Quando existe uma demanda contínua, conhecimento estratégico que precisa permanecer dentro da organização e necessidade de desenvolver competências próprias, investir em um time interno pode fazer sentido. Mas construir essa estrutura exige tempo. Encontrar profissionais especializados, contratar, fazer onboarding e desenvolver uma equipe leva tempo — enquanto os projetos de dados continuam acontecendo. Por isso, algumas empresas utilizam modelos diferentes ao longo dessa construção. Um profissional especializado pode reforçar o time enquanto novas contratações são realizadas. Uma consultoria pode conduzir uma iniciativa específica enquanto a equipe interna assume outras frentes. A estrutura de dados e IA pode evoluir junto com a maturidade da empresa. Os diferentes modelos podem ser combinados Na prática, não é necessário escolher um único formato para todos os projetos. Uma empresa pode contratar uma consultoria para estruturar uma nova arquitetura de dados e, ao mesmo tempo, contar com profissionais alocados para acelerar a execução. Também pode começar com especialistas alocados e, conforme a demanda se torna permanente, formar uma equipe interna. Outro cenário comum é ter uma equipe própria responsável pela estratégia e pelo conhecimento do negócio, enquanto parceiros especializados entram em projetos que exigem competências específicas. O modelo pode mudar conforme a necessidade muda. Por isso, a decisão não precisa partir apenas de “consultoria ou equipe interna?” É mais útil entender qual capacidade a empresa precisa neste momento e qual estrutura consegue entregar essa capacidade com a velocidade necessária. Como escolher uma parceira para projetos de dados e IA? Depois de definir o modelo de atuação, existe outra decisão importante: escolher quem vai ajudar a empresa a executar esse trabalho. Em projetos de dados e IA, experiência prática faz diferença. Vale entender quais projetos a empresa já conduziu, em quais ambientes tecnológicos atua e se possui profissionais capazes de lidar com a complexidade do seu cenário. Quando existe alocação de profissionais, essa análise ganha ainda mais importância. O especialista que entra no time precisa ter não apenas conhecimento técnico, mas capacidade de trabalhar dentro da dinâmica da empresa e se adaptar às suas prioridades. Também vale observar a flexibilidade da parceria. Projetos evoluem. Uma necessidade pontual pode se tornar permanente. Uma frente de alocação pode dar origem a um projeto maior. Uma consultoria pode identificar a necessidade de novos especialistas durante a execução. Ter uma parceira capaz de acompanhar essas mudanças evita que a empresa precise começar uma nova contratação a cada etapa. Consultoria e alocação de profissionais com a Dataside Projetos de dados e IA não acontecem todos da mesma forma. Por isso, a Dataside trabalha com diferentes modelos de atuação para acompanhar a necessidade de cada empresa. A empresa combina consultoria, alocação de especialistas e squads sob medida, de acordo com o desafio, a estrutura existente e o objetivo do projeto. Quando existe um desafio que exige experiência especializada, a Dataside pode atuar na condução da iniciativa. Quando a necessidade é aumentar a capacidade do time, profissionais especializados podem trabalhar diretamente dentro da operação. E, quando o projeto exige diferentes competências, os modelos podem ser combinados. Essa atuação se estende por diferentes frentes, incluindo Data Engineering & Architecture, Data Governance, Data Analytics, Database Support, 360 AI Strategy e Gen AI & AI Agents. Mais do que definir um formato de contratação, o objetivo é encontrar a estrutura que permite ao cliente avançar com mais capacidade, conhecimento e velocidade. Se sua empresa está planejando um projeto de dados ou IA e precisa entender qual modelo de atuação faz mais sentido para o momento atual, fale com a Dataside. Consultoria, especialistas ou uma combinação dos dois: a estrutura certa começa pelo desafio que sua empresa precisa resolver.

  • SILOS DE DADOS: como dados fragmentados travam IA e decisão nas empresas

    Silos de dados são um dos motivos pelos quais a empresa tem informação de sobra, mas não consegue responder às perguntas que o negócio faz. Elimine os silos de dados da sua empresa com a Dataside. Marketing olha para uma informação. Vendas usa outra. O atendimento trabalha com uma terceira. Cada sistema funciona, mas quando alguém precisa cruzar essas informações, começam as divergências, os ajustes manuais e as planilhas paralelas. Isso pode passar despercebido por bastante tempo. Até o momento em que a empresa precisa tomar uma decisão com base em dados de diferentes áreas — ou colocar IA para trabalhar sobre eles. O que são silos de dados Como os silos de dados se formam dentro das empresas Por que dados fragmentados travam a IA e a tomada de decisão Como identificar silos de dados na sua empresa Como a integração de dados elimina silos e prepara o terreno para IA Integração de dados e arquitetura com a Dataside A Dataside é especialista em soluções de Data Analytics e Inteligência Artificial, com um time multidisciplinar pronto para transformar dados em decisões estratégicas. Atuamos em toda a jornada de dados da sua empresa — da engenharia à governança, do analytics à IA generativa. Nosso portfólio inclui serviços como Data Engineering & Architecture, Data Governance, Gen AI & AI Agents, 360 AI Strategy, Analytics Support e Microsoft Copilot Studio — sempre estruturados como soluções sob medida para o cenário de cada cliente. Se sua empresa sente que os dados existem, mas não conversam entre si, fale com um dos nossos especialistas. Silo de dados não se resolve com mais ferramenta — resolve com arquitetura. O que são silos de dados? Silos de dados são informações que ficam isoladas em sistemas, departamentos ou unidades de negócio que não se comunicam adequadamente entre si. Eles podem aparecer em planilhas, CRMs, ERPs, bancos de dados legados ou aplicações específicas de cada área. O problema não está necessariamente em cada fonte individual. Ele aparece quando a empresa precisa combinar essas informações e descobre que elas não estão estruturadas para trabalhar juntas. Um cliente pode estar cadastrado de uma forma no CRM, de outra no sistema financeiro e de outra no atendimento. Cada área consegue trabalhar com seus próprios dados, mas a empresa perde a visão do todo. É aí que o silo deixa de ser apenas uma questão de tecnologia e começa a afetar a qualidade das decisões. Como os silos de dados se formam nas empresas? Silos de dados normalmente não surgem de uma única decisão. Eles aparecem aos poucos. Uma área adota uma ferramenta para resolver uma necessidade específica. Outra faz o mesmo. Um sistema antigo continua funcionando porque ainda é importante para a operação. Uma nova aquisição traz outro ambiente de dados. Com o tempo, a empresa acumula fontes diferentes, padrões diferentes e formas diferentes de tratar a mesma informação. O crescimento da empresa, sistemas legados, falta de governança e decisões tomadas de forma isolada entre as áreas costumam acelerar esse processo. O resultado aparece quando a empresa precisa juntar essas peças. O dado existe. Mas não está disponível da forma que a decisão exige. Por que dados fragmentados prejudicam a IA e a tomada de decisão? Uma iniciativa de IA depende da qualidade e da disponibilidade dos dados que recebe. Quando essas informações estão espalhadas, duplicadas ou apresentam definições diferentes, o problema não desaparece quando a IA entra em cena. Ele pode ficar ainda maior. Imagine uma empresa tentando prever churn. Se cada sistema registra o cliente de uma forma e as informações de relacionamento, compra e atendimento não estão conectadas, o modelo começa com uma visão incompleta daquele cliente. O mesmo acontece com decisões de negócio. Uma área pode enxergar crescimento nas vendas enquanto outra identifica aumento de cancelamentos. Sem integrar essas informações, a liderança pode tomar uma decisão baseada em apenas uma parte da operação. Os efeitos aparecem em análises que precisam ser reconciliadas manualmente, indicadores diferentes para o mesmo conceito, dificuldade para criar uma visão única do cliente e projetos de IA que dependem de preparação constante dos dados. O problema não é apenas ter dados ruins. É não conseguir conectar os dados que a empresa já possui. Como identificar silos de dados na sua empresa? Silos nem sempre aparecem como um grande problema de tecnologia. Muitas vezes, surgem primeiro no dia a dia das equipes. Um dos sinais mais claros é quando duas áreas apresentam números diferentes para a mesma métrica. Outro é a dependência de processos manuais. Se um relatório precisa de várias planilhas, exportações e conferências antes de ficar pronto, provavelmente existe alguma fragmentação por trás daquele processo. Também é comum perceber o problema quando cada área mantém sua própria base de clientes, diferentes relatórios usam definições diferentes para a mesma métrica ou novos projetos precisam criar integrações específicas para acessar dados. Nenhum desses sinais, sozinho, significa que a empresa tem um problema grave de arquitetura. Mas, quando começam a aparecer juntos, vale olhar para como os dados estão organizados e como circulam pela empresa. Como a integração de dados ajuda a eliminar silos? Eliminar silos não significa simplesmente colocar todas as informações em um único lugar. O desafio é criar uma arquitetura em que os dados certos possam ser acessados, relacionados e utilizados de forma confiável por diferentes áreas e aplicações. Isso envolve decisões de arquitetura, integração, governança e organização do ambiente de dados. Na prática, uma arquitetura integrada reduz a dependência de processos manuais, melhora a consistência das informações e facilita o acesso aos dados necessários para analytics e inteligência artificial. O ganho não está apenas em organizar a tecnologia. Uma arquitetura de dados bem estruturada permite que a empresa use melhor aquilo que já sabe sobre sua própria operação. E isso faz diferença tanto para analytics quanto para iniciativas de IA que dependem de informações de diferentes áreas. Integração de dados e arquitetura com a Dataside Quando os dados estão espalhados por diferentes sistemas, resolver o problema exige mais do que conectar uma ferramenta à outra. É preciso entender onde os dados estão, como circulam hoje, quais dependências existem e qual arquitetura faz sentido para o ambiente da empresa. É esse o trabalho de Data Engineering & Architecture da Dataside. A jornada parte do cenário atual para identificar pontos de fragmentação, avaliar as necessidades do negócio e estruturar uma arquitetura capaz de conectar as diferentes fontes de dados. A ideia não é simplesmente centralizar tudo. É construir uma estrutura que facilite o acesso aos dados, reduza a complexidade da operação e crie uma base mais confiável para analytics, tomada de decisão e projetos de IA. Se sua empresa tem dados espalhados entre sistemas e áreas diferentes, a Dataside pode ajudar a entender onde está a fragmentação e o que precisa mudar na arquitetura para que esses dados trabalhem juntos. Dados integrados não são apenas uma questão de tecnologia. São o que permite transformar informações espalhadas em uma visão que o negócio consegue usar.

  • Priorização de projetos de IA: como avaliar o ROI

    Priorização de projetos de IA é o que falta na maioria das empresas que já têm uma lista longa de ideias para usar IA. O problema começa quando chega a hora de decidir qual merece orçamento, qual pode esperar e qual talvez nem devesse entrar no roadmap. Estruture prioridades, orçamento e métricas de IA com a Dataside. É fácil encontrar oportunidades. Mais difícil é entender quais realmente podem gerar valor para o negócio e quais parecem interessantes, mas ainda não justificam investimento. É nessa decisão que o planejamento de dados ganha outro peso: antes de colocar mais um projeto de IA para rodar, é preciso entender onde o investimento tem mais potencial de fazer diferença. O que significa priorizar projetos de IA por ROI Por que é tão difícil medir o ROI de IA Como avaliar o ROI de um projeto de IA antes de aprovar o orçamento Como escolher entre diferentes projetos de IA Como OKRs ajudam a conectar IA ao negócio Priorização de projetos de IA com o 360 AI Strategy da Dataside É justamente nesse tipo de decisão que a Dataside estrutura o trabalho com os clientes. A Dataside é especialista em soluções de Data Analytics e Inteligência Artificial, com atuação em toda a jornada de dados — da engenharia e governança ao analytics e à IA generativa. Nosso portfólio inclui Gen AI & AI Agents, 360 AI Strategy, Data Governance, Data Engineering & Architecture, Analytics Support e Microsoft Copilot Studio, sempre considerando o contexto e os objetivos de cada empresa. Se sua empresa já tem uma lista de iniciativas de IA, mas ainda precisa entender o que entra no roadmap, o que fica para depois e onde o investimento pode gerar mais valor, fale com um dos nossos especialistas. O que significa priorizar projetos de IA por ROI? O problema de um portfólio de IA raramente é falta de oportunidade. É que quase toda oportunidade parece boa quando analisada isoladamente. Automatizar uma etapa da operação? Faz sentido. Acelerar o atendimento? Também. Usar IA para apoiar vendas? Pode gerar resultado. Criar um copiloto interno? Há potencial. Quando cada área apresenta seu próprio caso, fica difícil dizer não. E o orçamento pode acabar sendo distribuído mais pela força de cada demanda do que pelo retorno que ela pode trazer para a empresa. Priorizar por ROI ajuda a colocar essas iniciativas na mesma conversa: quanto esse projeto pode gerar, quanto custa para colocá-lo de pé, o que precisa existir antes dele e em quanto tempo o negócio consegue capturar esse valor? Não é uma conta exata — principalmente quando falamos de IA. É uma forma de reduzir a aposta no escuro antes de comprometer orçamento e capacidade do time. E é justamente aí que começa uma estratégia de priorização mais consistente. Por que é tão difícil medir o ROI de IA? Medir o retorno de um projeto de IA depois que ele está funcionando já pode ser complicado. Fazer isso quando a iniciativa ainda está no papel é ainda mais. Um projeto pode começar com uma expectativa clara — reduzir horas de trabalho, acelerar uma operação ou aumentar conversões — e, conforme avança, ficar mais difícil entender quanto desse resultado veio realmente da IA. Também existe uma diferença entre a solução funcionar e o negócio gerar valor com ela. Acurácia, número de interações ou tempo de resposta mostram o desempenho da ferramenta, mas não necessariamente o impacto no resultado da empresa. É por isso que o ROI precisa entrar na discussão antes do orçamento: não como uma previsão exata, mas como uma hipótese de valor que possa ser acompanhada ao longo do projeto. Como avaliar o ROI de um projeto de IA antes de aprovar o orçamento? Não dá para saber exatamente quanto um projeto de IA vai retornar antes de colocá-lo em prática. Mas é possível construir uma hipótese de valor para entender se a iniciativa merece investimento. Essa análise considera o resultado esperado, o tamanho da oportunidade e o esforço necessário para capturá-la. O retorno pode estar em receita, custos, produtividade, tempo de operação ou experiência do cliente. Também é preciso olhar para o que existe por trás do projeto. Um caso de uso pode ter grande potencial, mas depender de dados, estrutura ou mudanças na operação que tornam sua execução mais complexa. Por isso, ROI não deve ser analisado sozinho. Ele ajuda a comparar oportunidades, mas a decisão precisa considerar valor, viabilidade e o momento da empresa. E existe uma pergunta que vem antes da conta: há uma oportunidade de negócio relevante por trás desse projeto? Se isso ainda não estiver claro, talvez seja cedo para colocar o investimento na mesa. Como escolher entre diferentes projetos de IA? Quando existem muitos casos de uso possíveis, comparar apenas o retorno estimado não é suficiente. Uma iniciativa pode gerar muito valor, mas exigir uma transformação complexa. Outra pode ter um retorno menor, mas ser mais simples de colocar em operação. Uma terceira pode não gerar o maior resultado financeiro imediatamente, mas criar uma base importante para projetos futuros. Por isso, a priorização precisa considerar o portfólio como um todo. É nesse momento que entram também orçamento, capacidade do time e dependências entre iniciativas. Uma empresa pode ter dez bons projetos de IA e recursos para começar apenas três. A questão passa a ser entender: quais têm maior potencial de impacto; quais estão mais próximas de gerar valor; quais dependem de outras iniciativas; quais exigem investimentos adicionais em dados ou tecnologia; quais fazem sentido para o momento atual da empresa. Isso evita que o orçamento seja pulverizado entre projetos demais — e que nenhum deles tenha recursos suficientes para chegar ao resultado esperado. No fim, uma boa priorização não escolhe apenas o que fazer. Também ajuda a decidir o que ainda não fazer. Como OKRs ajudam a conectar projetos de IA ao negócio? OKRs podem ajudar a conectar iniciativas de IA aos objetivos que a empresa já definiu. O ponto é não transformar o acompanhamento do projeto em uma lista de métricas técnicas. Quantidade de modelos desenvolvidos, número de experimentos, usuários de uma ferramenta ou acurácia podem ser importantes para o time responsável pela iniciativa. Mas não necessariamente mostram se ela está gerando valor para o negócio. Quando o projeto é relacionado a indicadores que já orientam a estratégia da empresa, a discussão fica mais concreta. O time de tecnologia consegue acompanhar a evolução da solução, enquanto a liderança consegue enxergar qual resultado do negócio aquela iniciativa pretende movimentar. É essa conexão que ajuda a levar IA para uma conversa que vai além da tecnologia: prioridade, investimento e resultado. Priorização de projetos de IA com o 360 AI Strategy da Dataside Quando existem várias oportunidades de IA na mesa, mas falta clareza sobre quais realmente merecem investimento e em que ordem devem avançar, é hora de olhar para a estratégia como um todo. É nesse cenário que o 360 AI Strategy da Dataside atua. A abordagem começa pelo negócio: entender os problemas e oportunidades que podem ser trabalhados com dados e IA e avaliar quais deles têm potencial para gerar valor de verdade. A partir daí, a Dataside conecta negócio, dados, tecnologia e investimento para organizar as oportunidades e construir um roadmap coerente com o momento da empresa. Entram nessa análise o potencial de retorno, a viabilidade, os dados disponíveis, as dependências e o esforço necessário para colocar cada iniciativa em prática. O resultado é uma visão mais clara sobre onde vale colocar orçamento e capacidade do time agora — e o que pode esperar. Se sua empresa já tem uma lista de iniciativas de IA, mas ainda não sabe quais devem avançar primeiro, converse com a Dataside. Estratégia de IA começa antes da tecnologia. Começa por saber onde vale investir.

  • Fim do Power BI Premium: o que muda, quando acontece e o que substitui a plataforma 

    Fim do Power BI Premium: essa é a mudança que está reorganizando a operação de BI de muitas empresas nos próximos meses. Agora, essa estrutura está mudando. Conheça os serviços de Data Engineering & Architecture da Dataside e migre para o Microsoft Fabric sem perder desempenho nem dados. A Microsoft está encerrando o modelo de capacidade P-SKU e direcionando esses ambientes para o Microsoft Fabric. Para quem já tem uma operação de BI funcionando, a questão não é simplesmente trocar uma licença por outra. É entender o que essa mudança representa para o ambiente que já existe, e se existe uma oportunidade de fazer essa transição de um jeito melhor do que apenas reproduzir a estrutura atual. Neste artigo você entende o que muda com o fim do Power BI Premium, quando o prazo vence para cada tipo de contrato e o que considerar na escolha do substituto. O que é o Power BI Premium e por que a Microsoft está descontinuando o P-SKU? Quando o Power BI Premium deixa de funcionar? O que substitui o Power BI Premium? O que muda para quem usa Power BI Premium hoje? Migrar para o Fabric ou apenas trocar a capacidade? Quanto custa migrar do Power BI Premium para o Microsoft Fabric? Como planejar a migração para o Microsoft Fabric? Migração para o Microsoft Fabric com a Dataside Antes de entrarmos nos detalhes, vale dizer que a Dataside atua exatamente nesse tipo de transição de licenciamento e arquitetura. A Dataside é especialista em soluções de Data Analytics e Inteligência Artificial, com um time multidisciplinar pronto para conduzir migrações críticas sem interromper a operação do cliente. Atuamos em toda a jornada de dados da empresa — da engenharia à governança, do analytics à IA generativa. Nosso portfólio inclui serviços como Data Engineering & Architecture, Data Governance, Database Support, Analytics Support, Central de Observabilidade e Microsoft Copilot Studio. Se sua empresa ainda opera com uma capacidade Power BI Premium, o momento de planejar a migração é agora — antes que o prazo defina o ritmo por você. Não existe atalho para essa transição, mas existe um time que já fez isso para outras empresas. O que é o Power BI Premium e por que a Microsoft está descontinuando o P-SKU? O Power BI Premium por capacidade foi desenvolvido para empresas que precisam operar o Power BI em escala. Em vez de depender de uma licença individual para cada consumidor, a empresa conta com uma capacidade dedicada para seus relatórios, modelos semânticos, workspaces e outros recursos do Power BI. Por anos, esse modelo atendeu organizações com grandes volumes de dados e muitos usuários consumindo informações. O cenário de dados, porém, ficou mais amplo. Hoje, uma operação de analytics pode envolver Power BI, pipelines, Lakehouse, Data Warehouse, notebooks e inteligência artificial. Em vez de manter essas necessidades em estruturas separadas, a Microsoft passou a reuni-las no Microsoft Fabric. Por isso, as capacidades P do Power BI Premium estão sendo descontinuadas e substituídas, nesse contexto, pelas capacidades F do Fabric. Quando o Power BI Premium deixa de funcionar? Não existe uma única data para todas as empresas. A capacidade P continua disponível até o fim do contrato vigente. A Microsoft deixou de vender novas capacidades P-SKU e não permite sua renovação nos moldes atuais. Isso significa que o primeiro prazo que sua empresa precisa conhecer é simples: quando termina o seu contrato atual? Quanto maior a antecedência, maior a margem para avaliar o ambiente, definir a estratégia e fazer a transição sem transformar o vencimento em uma corrida contra o relógio. Depois do encerramento da assinatura, a Microsoft prevê um período de carência de 30 dias. A partir do 31º dia, começam as restrições e, no 91º dia, as operações são rejeitadas até que os workspaces sejam migrados para uma capacidade F ou a capacidade seja excluída. Por isso, esperar o contrato acabar para começar a pensar na migração não é uma boa estratégia. O prazo de migração começa antes do vencimento. O que substitui o Power BI Premium? Para as empresas que utilizam Power BI Premium por capacidade, o caminho indicado pela Microsoft é o Microsoft Fabric com capacidades F-SKU. Mas existe uma diferença importante. A capacidade do Fabric não fica restrita ao Power BI. Ela pode ser utilizada por diferentes workloads da plataforma, incluindo: Power BI; Data Engineering; Data Factory; Lakehouse; Data Warehouse; Real-Time Intelligence; workloads de IA. Isso muda a forma de pensar a capacidade. A questão deixa de ser apenas “qual licença substitui minha P-SKU?” Passa a ser: “Qual estrutura faz sentido para os dados e workloads que minha empresa precisa sustentar?” P1 vira F64? Existe uma correspondência de referência entre as capacidades: Power BI Premium Microsoft Fabric P1 F64 P2 F128 P3 F256 P4 F512 P5 F1024 Mas essa equivalência não deve ser interpretada como uma troca automática. O tamanho adequado depende do consumo do ambiente, dos workloads envolvidos e do que a empresa pretende executar no Fabric. Ou seja: uma P1 não necessariamente deve virar simplesmente uma F64 e pronto. Essa é uma das decisões que precisam ser avaliadas durante a migração. O que muda para quem usa Power BI Premium hoje? Para quem está na ponta consumindo um relatório, a mudança pode parecer pequena. O Power BI continua sendo a experiência de BI e os relatórios e modelos semânticos continuam fazendo parte do ambiente. Para quem administra a plataforma, porém, a conversa muda. A capacidade passa a atender diferentes workloads No Premium, a capacidade era voltada aos workloads do Power BI. No Fabric, diferentes cargas podem compartilhar a mesma capacidade. Isso permite aproximar BI, engenharia de dados e outras etapas da jornada de dados. Também significa que consumo e dimensionamento passam a exigir mais atenção. Um workload pesado de engenharia de dados, por exemplo, pode impactar a capacidade disponível para outros workloads. O modelo de custos também muda As capacidades F são contratadas no Azure e trabalham com modelos como pay-as-you-go e reserva. Também existe a possibilidade de pausar a capacidade em determinados cenários. Isso pode abrir oportunidades de otimização. Mas também significa que olhar apenas para o preço da nova SKU não é suficiente. O custo depende de como a capacidade será utilizada. O ambiente pode ir além do BI Essa talvez seja uma das principais diferenças. A migração não precisa terminar com o Power BI funcionando em uma nova capacidade. Para empresas que já possuem ou planejam workloads de engenharia, analytics e IA, o Fabric pode se tornar uma estrutura mais ampla para a operação de dados. E é justamente aí que a migração deixa de ser apenas uma questão de licenciamento. Migrar para o Fabric ou apenas trocar a capacidade? Essa decisão vai muito além de escolher uma nova capacidade. Antes de simplesmente replicar o ambiente atual no Fabric, é importante entender se a arquitetura existente ainda faz sentido para o negócio, hoje e no próximo estágio de crescimento. Enquanto algumas empresas têm capacidade subutilizada, outras enfrentam gargalos de performance, workloads distribuídos entre diferentes ferramentas ou uma arquitetura que funciona no presente, mas limita a evolução futura. Por isso, a migração pode ser também uma oportunidade de revisar, simplificar e preparar o ambiente para o que vem pela frente. A pergunta não deveria ser apenas “qual capacidade contratar?”, mas “de que ambiente o negócio realmente precisa?” Essa análise ajuda a tomar uma decisão mais estratégica: evitar tanto o custo de uma capacidade superdimensionada quanto o risco de levar os mesmos gargalos para uma nova plataforma. Quanto custa migrar do Power BI Premium para o Microsoft Fabric? Não existe um valor único para essa migração. O investimento depende da capacidade necessária, do consumo, dos workloads, da arquitetura e do modelo de contratação. Por isso, comparar apenas o custo da capacidade P atual com o preço de uma capacidade F pode não mostrar o custo real da operação. Também é preciso considerar o que pode ser otimizado no ambiente e quais recursos serão necessários depois da migração. Em alguns cenários, a mudança pode abrir espaço para uma operação mais eficiente. Em outros, será necessário rever capacidade e arquitetura para evitar aumento de custos. A resposta está no ambiente de cada empresa. Como planejar a migração para o Microsoft Fabric? A Microsoft oferece o caminho tecnológico para essa transição. A questão é entender qual caminho faz sentido para cada ambiente. Uma migração corporativa envolve decisões sobre capacidade, arquitetura, workloads, performance, governança e custos. E essas decisões não deveriam começar na data de vencimento do contrato. Quanto antes a empresa entender seu cenário, mais espaço existe para avaliar alternativas e conduzir a mudança sem comprometer a operação. É por isso que uma migração bem planejada começa pelo ambiente atual — e não pela escolha de uma nova SKU. Migração para o Microsoft Fabric com a Dataside É justamente nessa etapa que a Dataside pode fazer a diferença. A Dataside conduz a migração de ponta a ponta, começando pelo entendimento do ambiente atual e avançando até a operação e otimização do novo ambiente. A jornada envolve: A jornada passa pelo assessment do consumo e dos workloads, pelo planejamento da estratégia e da capacidade mais adequada, pela execução da transição com foco na continuidade da operação, e pela otimização contínua do ambiente no Fabric. Como parceira Microsoft, com Advanced Specializations e habilitação no Frontier Accelerate, a Dataside também pode avaliar a elegibilidade do projeto aos programas de incentivo da fabricante. Quando aplicável, isso pode abrir oportunidades para reduzir o investimento da migração. Mais do que trocar uma capacidade P por uma F, a proposta é aproveitar a mudança para construir um ambiente que acompanhe os próximos passos da empresa. Sua empresa ainda utiliza Power BI Premium por capacidade? Avalie seu cenário de migração para o Microsoft Fabric e descubra se o projeto pode se beneficiar dos programas de incentivo da Microsoft.

  • Tipos de dados estruturados, semiestruturados e não estruturados

    Dados estruturados, semiestruturados e não estruturados são as três formas que toda informação se assume dentro de uma empresa. Quer organizar os dados da sua empresa para decidir melhor? Conheça o serviço de Data Analytics da Dataside. Cada tipo pede um tratamento, um armazenamento e uma abordagem de análise diferentes. Tratar os três do mesmo jeito é uma das causas mais comuns de projetos de dados que travam no meio do caminho. Saber distinguir cada um é o primeiro passo para construir uma base sólida, escalável e governável. O que são dados estruturados, semiestruturados e não estruturados? Qual é a diferença entre esses tipos de dados na prática? Por que os dados não estruturados ganharam tanta importância? Como transformar dados não estruturados em dados utilizáveis? Qual a relação entre tipos de dados, Big Data e arquitetura Lakehouse? Como uma arquitetura de dados lida com diferentes formatos? O que esses tipos de dados mudam para analytics e inteligência artificial? Como a Dataside ajuda empresas a organizar diferentes tipos de dados? A Dataside acompanha empresas em toda a jornada de dados, da organização das primeiras tabelas à arquitetura que sustenta o crescimento. A Dataside é especialista em soluções de Data Analytics e Inteligência Artificial, com um time multidisciplinar que transforma dados em decisões estratégicas. Atuamos em toda a jornada de dados, da engenharia à governança, do analytics à IA generativa. Nosso portfólio inclui Data Analytics, Data Engineering & Architecture, Data Governance, Gen AI & AI Agents, Database Support, Analytics Support, Central de Observabilidade e Microsoft Copilot Studio. Se você quer dar o próximo passo na sua jornada de dados, fale com um dos nossos especialistas. Não existe atalho para o sucesso, existe o time certo para construir esse caminho com você. O que são dados estruturados, semiestruturados e não estruturados? Dados estruturados, semiestruturados e não estruturados são formas diferentes de organizar — ou não organizar — uma informação. Essa diferença parece técnica, mas aparece o tempo todo na rotina das empresas. Dados estruturados seguem um modelo previamente definido. É o caso de uma tabela de clientes, pedidos ou transações, em que cada informação ocupa um campo específico. Por terem uma estrutura previsível, são mais simples de consultar, cruzar e analisar. Dados semiestruturados têm organização, mas não precisam seguir um modelo rígido. Um arquivo JSON, um XML ou os dados recebidos por uma API, por exemplo, possuem elementos que identificam a informação, mas podem variar de um registro para outro. Isso dá mais flexibilidade, especialmente em ambientes com muitas aplicações e integrações. Já os dados não estruturados não seguem um esquema predefinido. Contratos, PDFs, e-mails, imagens, vídeos, áudios e textos livres entram nessa categoria. O conteúdo está ali, mas não necessariamente em um formato que um banco de dados consiga consultar diretamente. A diferença, portanto, não está apenas no formato. Ela determina quanto contexto está disponível, como a informação pode ser acessada e o trabalho necessário para transformá-la em dado utilizável. Essa classificação não significa que um tipo seja melhor do que outro. Cada um representa uma parte diferente da informação produzida pela empresa. Qual é a diferença entre esses tipos de dados na prática? A diferença fica mais evidente quando a empresa precisa usar esses dados para responder uma pergunta. Imagine que uma companhia queira entender o comportamento de um cliente. As informações de compra podem estar em uma tabela do ERP e ser consultadas diretamente. O histórico de navegação pode chegar em eventos semiestruturados. Já os motivos de reclamação podem estar registrados em e-mails, conversas ou documentos. Todos esses dados falam sobre o mesmo cliente, mas não estão igualmente prontos para análise. É justamente aí que aparece um dos principais desafios dos ambientes modernos de dados: relacionar informações que nasceram em formatos diferentes. Os dados estruturados costumam ser mais simples de consultar e cruzar, porque seguem padrões conhecidos. Os semiestruturados oferecem mais flexibilidade, mas podem exigir padronização antes de serem combinados com outras fontes. Os não estruturados carregam uma quantidade maior de contexto, mas precisam ser interpretados e processados para que esse conteúdo possa ser utilizado. Por isso, uma arquitetura de dados não deve tentar transformar tudo no mesmo formato. O objetivo é criar condições para que cada tipo de dado possa ser aproveitado de acordo com sua natureza e com a pergunta que o negócio precisa responder. Por que os dados não estruturados ganharam tanta importância? Durante muito tempo, a discussão sobre dados corporativos esteve concentrada principalmente em bancos relacionais, planilhas e sistemas transacionais. Mas uma parte relevante do conhecimento de uma empresa nunca esteve nesses lugares. Está em um contrato assinado, no texto de um atendimento, em um laudo, em uma apresentação, em uma gravação de reunião ou em uma imagem. Esse conteúdo pode ser extremamente relevante para o negócio, mas tradicionalmente era difícil incorporá-lo às análises. O fato de estar disponível digitalmente não significa que esteja estruturado para ser consultado por uma máquina. Com o avanço de tecnologias de OCR, reconhecimento de fala, processamento de linguagem natural e IA generativa, tornou-se mais viável extrair informações desses conteúdos e relacioná-las com os demais dados da empresa. Se quiser entender melhor como o OCR funciona e quais benefícios ele pode trazer para as empresas, confira também nosso conteúdo: O que é OCR e quais os benefícios?. Isso muda a lógica: documentos e conversas deixam de ser apenas arquivos armazenados e podem passar a fazer parte da camada de informação usada por analytics e IA. Como transformar dados não estruturados em dados utilizáveis? Transformar um dado não estruturado não significa necessariamente convertê-lo inteiro em uma tabela. O objetivo é identificar quais informações daquele conteúdo têm valor para o negócio e criar uma forma de acessá-las, relacioná-las e utilizá-las. Um contrato, por exemplo, pode conter dezenas de páginas, mas talvez a análise precise apenas de vigência, valor, cláusulas específicas e partes envolvidas. Um laudo pode ser convertido em texto e, posteriormente, ter informações relevantes identificadas e organizadas. Um áudio pode ser transcrito e analisado em busca de determinados temas ou padrões. Para isso, diferentes tecnologias podem entrar em etapas distintas do processo: OCR para documentos e imagens, transcrição para áudio, processamento de linguagem para textos e modelos de IA para classificação, extração e interpretação. Depois da extração, essas informações podem ser armazenadas em bancos de dados, data warehouses ou plataformas analíticas e relacionadas a outras fontes corporativas. O ponto importante é que extração não é o mesmo que integração. Tirar informação de um PDF resolve apenas uma parte do problema. O valor aparece quando aquela informação passa a participar de um processo, análise ou decisão. Qual a relação entre tipos de dados, Big Data e arquitetura Lakehouse? Um dos pilares do Big Data é justamente a variedade: empresas precisam lidar, ao mesmo tempo, com dados estruturados, semiestruturados e não estruturados, vindos de diferentes sistemas e fontes. É aí que arquiteturas como o Lakehouse ganham relevância. Em vez de separar cada tipo de informação em ambientes diferentes, esse modelo permite reunir dados de diferentes formatos em uma arquitetura capaz de armazená-los, processá-los e disponibilizá-los para diferentes usos. Mas existe um desafio anterior à arquitetura: como transformar um documento, uma imagem, um áudio ou outro conteúdo não estruturado em informação que os sistemas consigam utilizar? Tecnologias como OCR, reconhecimento de fala e processamento de linguagem natural ajudam justamente nessa etapa. Um documento, por exemplo, pode deixar de ser apenas um PDF armazenado e passar a fornecer informações que podem ser estruturadas, cruzadas com outros dados e utilizadas em análises ou aplicações de IA. A partir daí, a arquitetura deixa de ser apenas uma questão de onde armazenar os dados. Ela passa a definir como diferentes tipos de informação podem chegar até analytics, BI e IA com contexto, qualidade e governança. Como uma arquitetura de dados lida com diferentes formatos? É nesse cenário que arquiteturas modernas de dados ganham importância. Ambientes como o Lakehouse foram desenvolvidos para trabalhar com diferentes tipos e formatos de informação em uma arquitetura mais integrada, permitindo que dados estruturados, semiestruturados e não estruturados sejam armazenados e processados dentro de um mesmo ecossistema. Mas arquitetura, por si só, não resolve o problema. Se os dados chegam duplicados, sem documentação, sem controle de acesso ou com definições diferentes entre sistemas, a empresa pode até ter uma plataforma moderna e continuar sem confiança nas análises. É por isso que engenharia, qualidade e governança de dados precisam acompanhar a arquitetura. A tecnologia cria a possibilidade de integrar as informações; a estrutura de dados determina se elas poderão ser utilizadas com consistência. O que esses tipos de dados mudam para analytics e inteligência artificial? Para analytics, a diferença determina o quanto uma informação está pronta para ser consultada e cruzada. Para inteligência artificial, o impacto pode ser ainda maior. Modelos de IA podem trabalhar com textos, documentos, imagens, áudios e outros formatos que não cabem naturalmente em uma tabela. Isso amplia a quantidade de informação que uma empresa pode incorporar aos seus processos, mas também aumenta a necessidade de organização, qualidade, segurança e contexto. Um projeto de IA que utiliza apenas dados estruturados pode ignorar justamente as informações mais ricas da operação. Por outro lado, colocar documentos e textos em um modelo sem entender sua origem, qualidade ou permissões de acesso cria outro problema. A questão, portanto, não é “estruturar todos os dados”. É entender quais informações precisam ser estruturadas, quais podem permanecer em seu formato original e como cada uma delas deve entrar na arquitetura para atender ao objetivo do negócio. Como a Dataside ajuda empresas a organizar diferentes tipos de dados? Na prática, os ambientes corporativos raramente têm um problema de falta de dados. O desafio costuma estar em organizar fontes diferentes e transformar informação dispersa em algo que possa ser usado com confiança. É nesse contexto que a Dataside atua, conectando Data Engineering & Architecture, Data Governance, Data Analytics e soluções de IA para estruturar ambientes capazes de trabalhar com diferentes tipos de informação. O trabalho não começa pela escolha de uma ferramenta. Começa entendendo quais dados a empresa possui, como eles são produzidos, onde estão os principais gargalos e o que o negócio precisa conseguir fazer com essas informações. Porque ter dados estruturados, semiestruturados e não estruturados é inevitável. O diferencial está em conseguir fazer com que eles trabalhem juntos para responder às perguntas que realmente importam para o negócio. Fale com a Dataside e descubra como estruturar sua jornada de dados.

  • OCR: o que é, como funciona e como a IA transforma documentos em dados

    OCR é a tecnologia que transforma texto em imagem, papel escaneado ou PDF em dado que um sistema consegue ler, buscar e cruzar — e é a base por trás de boa parte da automação de documentos que empresas adotam hoje sem perceber. Conheça as soluções de Gen AI & AI Agents da Dataside e descubra como aplicar IA à automação de documentos. A tecnologia existe há décadas, mas mudou de categoria nos últimos anos. Combinada a modelos de IA, o OCR deixou de só ler texto e passou a entender contexto, estrutura e significado do documento. Isso abriu um uso muito mais estratégico da tecnologia — de digitalização simples para automação real de processos inteiros que hoje ainda dependem de gente lendo papel. O que é OCR? Como o OCR funciona na prática? Para que serve o OCR nas empresas? Onde o OCR é aplicado nas empresas? OCR na saúde: como a Dataside aplicou a tecnologia na Oncoclínicas Gen AI & AI Agents: como a Dataside transforma documentos em dados utilizáveis A Dataside é especialista em soluções de Data Analytics e Inteligência Artificial, com um time multidisciplinar pronto para transformar dados em decisões estratégicas. Atuamos em toda a jornada de dados da sua empresa — da engenharia à governança, do analytics à IA generativa. Nosso portfólio inclui serviços como Gen AI & AI Agents, Data Governance, Database Support, Analytics Support, Central de Observabilidade e Microsoft Copilot Studio — incluindo soluções de automação e análise de documentos com IA aplicadas aos dados da sua empresa. Se sua empresa ainda depende de gente lendo e digitando documento manualmente, vale entender onde o OCR já resolve isso. Continue a leitura. O que é OCR? OCR, sigla para Optical Character Recognition ou Reconhecimento Óptico de Caracteres, é a tecnologia que transforma texto presente em imagens e documentos digitalizados em informação que sistemas conseguem ler e processar. Pense em uma nota fiscal escaneada. Para uma pessoa, o conteúdo está visível. Para um sistema, aquilo pode ser apenas uma imagem. O OCR faz essa ponte: identifica os caracteres e converte o conteúdo para um formato digital que pode ser pesquisado, armazenado ou utilizado em outras aplicações. Isso vale para notas fiscais, contratos, formulários, comprovantes, laudos e documentos históricos. Mas existe uma diferença importante entre digitalizar um documento e transformar seu conteúdo em dado útil. Um OCR básico pode entregar o texto extraído. Em aplicações corporativas, o desafio costuma ser maior: identificar o que cada informação representa, preservar a estrutura do documento e fazer com que esses dados possam seguir para uma análise, sistema ou processo automatizado. É justamente nessa evolução que o OCR se aproxima da inteligência artificial: deixar de apenas reconhecer o que está escrito para ajudar a interpretar e utilizar a informação que o documento contém. Como o OCR funciona na prática? O funcionamento do OCR parece simples na superfície: o sistema recebe uma imagem ou documento digitalizado e identifica os caracteres presentes nele. O desafio está no que acontece depois. Em um documento real, o texto pode estar distribuído em tabelas, campos, cabeçalhos, rodapés e diferentes seções. Além disso, documentos podem apresentar baixa qualidade de digitalização, diferentes formatos e informações dispostas de maneiras variadas. Por isso, uma aplicação de OCR precisa reconhecer não apenas os caracteres, mas também a relação entre as informações dentro do documento. Em uma nota fiscal, por exemplo, não basta extrair “R$ 5.000,00”. É preciso entender que aquele valor corresponde ao total da operação e associá-lo aos demais dados relevantes do documento. É essa capacidade de preservar contexto e estrutura que determina o quanto a informação extraída poderá ser aproveitada em um processo de negócio. Para que serve o OCR nas empresas? O OCR ganha valor quando existe uma informação importante presa em um documento que não consegue participar do fluxo digital da empresa. Uma nota fiscal pode conter dados necessários para o financeiro. Um contrato pode trazer condições que precisam ser consultadas durante uma negociação. Um laudo pode concentrar informações relevantes para o histórico de um paciente. Enquanto esses conteúdos permanecem apenas em arquivos, alguém precisa localizar, interpretar e muitas vezes digitar essas informações manualmente. Com OCR, esse trabalho pode começar de forma automatizada. O conteúdo é extraído e pode seguir para validação, classificação, armazenamento, análise ou integração com outros sistemas. Por isso, o principal ganho não está apenas em economizar o tempo de leitura. Está em permitir que uma informação que antes ficava isolada em um documento passe a fazer parte do processo digital da empresa. Onde o OCR é aplicado nas empresas? O uso de OCR varia conforme o tipo de documento e, principalmente, conforme o que a empresa precisa fazer com a informação depois da extração. No financeiro, pode apoiar o processamento de notas fiscais, comprovantes e documentos contábeis. Em operações comerciais, pode acelerar cadastros, conferência de documentos e validação de informações de clientes e fornecedores. Em jurídico e administrativo, pode facilitar a busca e organização de contratos e documentos históricos. Na saúde, o potencial vai além da digitalização. Laudos e documentos clínicos podem ser convertidos em informações pesquisáveis e estruturadas, facilitando o acesso ao histórico e criando novas possibilidades para análise. É essa última etapa que costuma determinar o valor do projeto: não basta conseguir ler o documento; é preciso conseguir utilizar o que foi lido. OCR na saúde: como a Dataside aplicou a tecnologia na Oncoclínicas Um exemplo disso está no trabalho desenvolvido pela Dataside para a Oncoclínicas. O desafio envolvia um grande volume de laudos e documentos médicos armazenados em diferentes formatos. O problema não era simplesmente encontrar uma maneira de digitalizar esse acervo, mas fazer com que o conteúdo pudesse ser estruturado, consultado e utilizado de forma mais eficiente. A solução combinou OCR e inteligência artificial para extrair informações dos documentos e organizá-las em uma base consultável. Com isso, informações que antes estavam distribuídas em arquivos passaram a poder ser pesquisadas e relacionadas, facilitando o acesso ao histórico dos pacientes e abrindo espaço para novas formas de análise. O caso mostra uma diferença importante para qualquer projeto de OCR: o documento é apenas a origem do dado. O valor aparece quando essa informação passa a participar de uma operação, análise ou decisão. Saiba mais sobre o case Dataside + Oncoclínicas: https://www.dataside.com.br/post/inteligência-artificial-na-saúde-case-oncoclínicas Gen AI & AI Agents: como a Dataside transforma documentos em dados utilizáveis O case da Oncoclínicas mostra que o valor do OCR não está em simplesmente tirar um documento do papel. Está em fazer com que a informação contida nele deixe de ficar isolada e passe a participar do negócio. Quando combinado à IA, o OCR pode ir além da extração de texto: identificar informações relevantes, interpretar estruturas diferentes de documentos e alimentar etapas que antes dependiam de análise ou digitação manual. É aí que a tecnologia deixa de ser uma solução pontual e passa a fazer parte de uma arquitetura de dados conectada aos processos da empresa. A Dataside atua nessa jornada, conectando OCR, inteligência artificial, dados, integração e governança para transformar documentos em informações que possam ser consultadas, analisadas e utilizadas em processos reais. O objetivo não é automatizar a leitura. É transformar a informação que estava parada em uma etapa útil do negócio.

  • ChatGPT Go: conheça o novo plano acessível da OpenAI e suas vantagens

    A OpenAI lançou o ChatGPT Go, um plano de assinatura que amplia o acesso a recursos do ChatGPT por um preço inferior ao plano Plus. Estruture o uso corporativo de IA generativa com governança, segurança e visibilidade real com a Dataside. Com preço acessível e recursos avançados, o GPT Go promete democratizar o acesso às ferramentas de Inteligência Artificial e facilitar o uso cotidiano do ChatGPT no Brasil. Quer saber mais sobre essa novidade? Olha os tópicos que vamos abordar nesse conteúdo: O que é GPT Go? Principais vantagens do ChatGPT Go Qual a diferença entre o ChatGPT GO e Plus? Como assinar o ChatGPT Go? Como implementar soluções em IA na sua empresa com ajuda da Dataside? Mas antes, você deseja implementar IA e outras soluções escalonáveis e tecnológicas para a sua empresa, mas não sabe por onde começar? A Dataside é uma consultoria especializada em dados, inteligência artificial e negócios, que apoia empresas em sua Jornada de Dados com foco em confiabilidade, agilidade e decisões mais estratégicas. Fale com um dos nossos representantes agora mesmo e mude hoje a jornada da sua empresa! O que é GPT Go e quanto custa? O ChatGPT Go é um plano pago da OpenAI criado para ampliar o acesso aos recursos do ChatGPT em relação à versão gratuita. A proposta é simples: oferecer mais capacidade de uso e acesso a recursos avançados sem chegar ao nível de investimento do ChatGPT Plus. Entre os recursos disponíveis estão maior limite de mensagens, geração de imagens, upload e análise de arquivos e memória ampliada. Na prática, o Go atende principalmente quem já usa o ChatGPT com frequência e começa a esbarrar nas limitações do plano gratuito. Quais recursos o ChatGPT Go oferece? O ChatGPT Go amplia principalmente a capacidade de uso do ChatGPT para tarefas que já fazem parte da rotina de quem trabalha com IA. Entre os recursos estão: Recurso O que permite Mais mensagens Usar os modelos com maior frequência Geração de imagens Criar materiais visuais diretamente no ChatGPT Upload de arquivos Analisar documentos, planilhas e outros arquivos Análise de dados Explorar e interpretar dados com recursos disponíveis na plataforma Memória ampliada Manter mais contexto entre conversas GPTs personalizados Criar versões especializadas do ChatGPT para determinadas tarefas O ponto importante é que esses recursos reduzem a barreira para incorporar IA em atividades do dia a dia. A ferramenta fica mais acessível, mas o resultado ainda depende de como ela é utilizada. ChatGPT Go vs. ChatGPT Plus: qual a diferença? A principal diferença está no nível de acesso e capacidade oferecidos por cada plano. O Go é voltado para quem quer mais recursos do que o plano gratuito oferece, enquanto o Plus atende usuários que precisam de maior capacidade e acesso ampliado a recursos mais avançados. Como preços, limites e funcionalidades podem mudar, a comparação deve ser feita considerando as condições atuais apresentadas pela OpenAI. Para uso pessoal, a escolha costuma ser simples: quanto você usa e quais recursos precisa? No ambiente corporativo, a análise muda. O plano individual pode resolver uma necessidade pontual de um profissional, mas não necessariamente atende aos requisitos de uma empresa que quer levar IA para processos, equipes e operações inteiras. Reprodução / Divulgação: OpenAI O que o ChatGPT Go muda para as empresas? O avanço de planos como o ChatGPT Go mostra uma mudança importante: o acesso à IA generativa está deixando de ser uma barreira relevante. Hoje, praticamente qualquer profissional pode ter acesso a uma ferramenta capaz de escrever, analisar documentos, interpretar dados, criar imagens e apoiar tarefas do cotidiano. O desafio passa a ser outro: como transformar esse acesso em ganho real para a empresa? Usar o ChatGPT para resumir uma reunião é diferente de integrar IA a um processo comercial. Criar um texto é diferente de construir um agente que consulta dados corporativos. Analisar uma planilha é diferente de estruturar uma solução de IA conectada aos sistemas da empresa. É aí que começa a diferença entre usar IA como ferramenta individual e aplicar IA como parte da operação. Como a Dataside ajuda empresas a aplicar IA generativa? O ChatGPT Go facilita o acesso à IA. Mas, quando a empresa quer avançar do uso individual para aplicações integradas ao negócio, entram questões que um plano de assinatura não resolve sozinho. É preciso entender onde a IA pode gerar valor, quais dados precisam estar disponíveis, como a solução será integrada aos processos e quais controles precisam existir para que ela possa operar com segurança. A Dataside atua justamente nessa frente, desenvolvendo soluções de Gen AI & AI Agents conectadas aos desafios e aos dados de cada negócio. O objetivo não é simplesmente colocar mais uma ferramenta de IA nas mãos do time. É encontrar onde a tecnologia pode realmente melhorar uma operação, automatizar uma tarefa ou apoiar uma decisão. Quer levar a IA generativa do uso individual para aplicações reais no negócio? Conheça as soluções de Gen AI & AI Agents da Dataside.

  • Claude Design vs Chat GPT imagens: qual ferramenta de IA escolher para criar imagens e apresentações?

    Claude Design e ChatGPT Images 2.0 colocaram a IA generativa para design no centro das discussões sobre produtividade empresarial. Conheça Gen AI & AI Agents da Dataside e descubra onde a IA pode gerar valor de verdade para o seu negócio. A Anthropic lançou o Claude Design em abril de 2026, uma ferramenta que cria apresentações, protótipos e layouts funcionais diretamente por conversa em texto. No mesmo período, a OpenAI anunciou o ChatGPT Images 2.0, focado em geração de imagens profissionais com alto nível de fidelidade e textos legíveis. São propostas diferentes — mas que competem diretamente pela atenção de equipes de marketing, produto e comunicação que precisam produzir materiais visuais com agilidade. O que é o Claude Design? O que é o ChatGPT Images 2.0? Qual IA é melhor, Claude ou ChatGPT? Qual ferramenta de IA usar para criar imagens? Gen AI & AI Agents na prática: como a Dataside aplica isso no seu negócio A Dataside é especialista em soluções de Data Analytics e Inteligência Artificial, com um time multidisciplinar pronto para transformar dados em decisões estratégicas. Atuamos em toda a jornada de dados da sua empresa — da engenharia à governança, do analytics à IA generativa. Nosso portfólio inclui serviços como Gen AI & AI Agents, Data Governance, Database Support, Analytics Support, Central de Observabilidade e Microsoft Copilot Studio — incluindo soluções de análise em linguagem natural aplicadas aos dados da sua empresa Se você quer dar o próximo passo na sua jornada de IA, fale com um dos nossos especialistas. Não existe atalho para o sucesso, mas existe um time certo para construir esse caminho com você. O que é o Claude Design? O Claude Design é uma ferramenta da Anthropic que transforma instruções em texto em apresentações, protótipos, wireframes, landing pages e interfaces funcionais. O ponto mais interessante não é apenas gerar uma peça, mas encurtar o caminho entre uma ideia e algo que já pode ser visualizado e testado. Em vez de começar um projeto do zero em uma ferramenta de design, é possível descrever o que se pretende criar, avaliar uma primeira versão e refiná-la a partir da própria conversa. O Claude Design também pode considerar arquivos de design e código da empresa, usando essas referências para reproduzir elementos do sistema visual existente. Alimentado pelo Claude Opus 4.7, o recurso está disponível em research preview para os planos Pro, Max, Team e Enterprise. Os projetos podem ser exportados para PDF, PPTX, HTML ou Canva, o que reforça a proposta: não substituir o trabalho de design, mas reduzir o tempo entre briefing, protótipo e execução. O que é o ChatGPT Images 2.0? ChatGPT Images 2.0 é o modelo de geração de imagens da OpenAI, lançado em abril de 2026 com foco em uso profissional. A proposta é diferente da versão anterior menos viralização com estilos artísticos e mais fidelidade ao que o usuário precisa entregar. O modelo chegou com capacidade de seguir instruções detalhadas, ajustar posição de objetos e manter coerência visual em composições complexas. Um dos avanços mais práticos é a geração de textos legíveis dentro das imagens, problema histórico dos geradores de imagem com IA em múltiplos idiomas. O ChatGPT Images 2.0 suporta geração em alta resolução (até 2K) e dez proporções diferentes, de ultrawide (21:9) a retrato (3:4). É possível gerar mais de uma imagem com um único prompt, recurso inédito na ferramenta, e criar conteúdos como infográficos, diagramas científicos, embalagens, cardápios e guias completos. Por contar com capacidades de raciocínio, o modelo faz buscas na internet para verificar informações antes de gerar o resultado. Isso aumenta o tempo de resposta, mas garante maior precisão quando o conteúdo exige dados atualizados. Claude Design ou ChatGPT: qual IA usar para cada tipo de trabalho? Claude Design e ChatGPT podem participar da produção visual, mas atuam em etapas diferentes do processo. O Claude Design é mais voltado à criação de estruturas visuais funcionais, como apresentações, wireframes, landing pages e protótipos. Faz sentido quando o objetivo é sair de uma ideia ou briefing para uma primeira versão estruturada e que possa ser refinada. Já o ChatGPT pode ser usado para criar e editar imagens, ilustrações, conceitos visuais e outros assets. É mais adequado quando o trabalho exige produzir o elemento visual em si, e não apenas definir sua estrutura. Critério Claude Design ChatGPT Apresentações ✓ ✓, dependendo do fluxo Wireframes e protótipos ✓ ✓, dependendo da tarefa Geração de imagens Não é o foco ✓ Estrutura de layouts ✓ ✓ Criação de assets visuais Limitado ✓ Principal aplicação Estrutura e experiência Criação e edição visual A diferença fica mais clara quando pensamos no fluxo de produção, e não apenas na ferramenta. Um time pode usar o Claude Design para transformar um briefing em uma primeira estrutura de apresentação, landing page ou protótipo e recorrer ao ChatGPT para desenvolver imagens e outros elementos que entram nessa estrutura. Assim, as ferramentas não precisam disputar o mesmo espaço. Cada uma pode entrar em uma etapa diferente do trabalho, reduzindo o tempo entre a ideia inicial e uma versão que já pode ser apresentada, testada e refinada. E esse é um ponto importante para empresas: o ganho de produtividade com IA não vem necessariamente de escolher uma única ferramenta para fazer tudo, mas de entender quais etapas do processo podem ser aceleradas — e como conectá-las. Qual ferramenta de IA usar para criar materiais visuais? A escolha da ferramenta faz menos diferença quando analisada isoladamente. O que realmente muda o resultado é em que etapa do trabalho a IA entra. Para criar imagens, ilustrações, conceitos visuais e outros assets, ferramentas de geração de imagem como o ChatGPT Images atendem melhor à etapa de produção visual. Já o Claude Design trabalha em outra camada: transforma uma ideia ou briefing em estruturas visuais funcionais, como apresentações, wireframes, landing pages e protótipos. Isso abre uma possibilidade mais interessante do que escolher apenas uma ferramenta: usar cada uma para aquilo que faz melhor. O Claude Design pode transformar o briefing em uma primeira estrutura. A geração de imagens entra depois, criando os elementos visuais que compõem essa estrutura. E o profissional continua responsável por revisar, direcionar e decidir o que realmente vai para produção. Na prática, a IA deixa de ser apenas uma ferramenta para “fazer uma peça” e passa a participar de um fluxo completo, da ideia à entrega. É aí que começa a aparecer um ganho mais relevante: não apenas produzir mais rápido, mas reduzir o tempo entre pensar, testar e colocar uma ideia em circulação. IA generativa na prática: como a Dataside transforma experimentação em aplicação Testar uma nova ferramenta de IA pode ser simples. O desafio começa quando ela precisa fazer parte de um processo real, conversar com os dados da empresa e gerar algum impacto no negócio. É nesse ponto que a Dataside atua. A partir do contexto de cada empresa, avaliamos onde a IA generativa pode realmente contribuir, quais dados e integrações são necessários e como transformar a tecnologia em uma aplicação que faça sentido para a operação. Isso pode envolver desde Gen AI e AI Agents até aplicações conectadas aos dados e processos já existentes — sempre partindo do problema que precisa ser resolvido, e não da ferramenta da vez. Porque adotar IA é relativamente fácil. Encontrar onde ela realmente muda o trabalho é o que exige estratégia. Se sua empresa quer ir além dos experimentos e entender onde a IA generativa pode gerar valor de verdade, fale com a Dataside.

  • Redução de custos operacionais: como dados ajudam a eliminar desperdícios e aumentar a eficiência

    Redução de custos operacionais é uma das principais prioridades das empresas, mas encontrar oportunidades reais de economia continua sendo um desafio. Conheça o Data Analytics da Dataside e veja como transformar dados dispersos em decisões que geram eficiência operacional. Na maioria dos casos, os custos não aumentam por um único fator. Eles são resultado de processos ineficientes, retrabalho, desperdícios operacionais e decisões tomadas sem uma visão clara dos dados. Por isso, cortar despesas sem entender a origem dos gastos pode gerar apenas uma redução temporária — enquanto o problema continua acontecendo nos bastidores. O Data Analytics permite identificar esses custos ocultos, cruzar informações de diferentes áreas e transformar dados dispersos em decisões mais inteligentes para a operação. A redução de custos baseada em dados começa antes do corte: começa na identificação dos processos, recursos e decisões que estão impactando o resultado da empresa. Neste artigo, você vai entender como empresas podem usar dados para encontrar essas oportunidades e construir uma operação mais eficiente. O que é redução de custos operacionais Por que empresas não conseguem reduzir custos apenas cortando gastos Como dados e BI ajudam a reduzir custos operacionais Quais áreas da operação geram mais oportunidade de corte de custo com dados Como medir o retorno de uma iniciativa de redução de custos baseada em dados Data Analytics: como a Dataside transforma dado em corte de custo real Antes de entrarmos nos detalhes, vale dizer que a Dataside atua exatamente na dívida de visibilidade que trava esse tipo de decisão em empresas de diferentes setores. A Dataside é especialista em Data Analytics e Inteligência Artificial, com um time multidisciplinar pronto para transformar dado operacional em decisão de negócio. Atuamos em toda a jornada de dados da empresa — da engenharia à governança, do analytics à IA aplicada à operação. Nosso portfólio inclui serviços como Data Analytics, Data Engineering & Architecture, Data Governance, Gen AI & AI Agents, Database Support, Analytics Support, Central de Observabilidade (NOC) e Microsoft Copilot Studio. Se sua empresa quer parar de repetir o mesmo corte de custo todo ano, fale com um dos nossos especialistas. Não existe atalho para eficiência operacional, mas existe um time certo para construir esse caminho com você. O que é redução de custos operacionais? Redução de custos operacionais é o conjunto de estratégias utilizadas para diminuir despesas relacionadas à operação de uma empresa, mantendo ou aumentando produtividade, qualidade e capacidade de crescimento. Na prática, significa identificar desperdícios, eliminar retrabalhos, otimizar recursos e melhorar processos que impactam diretamente o resultado do negócio. A diferença entre reduzir custos de forma estratégica e apenas cortar gastos está na origem da decisão. Uma empresa pode reduzir despesas cancelando treinamentos, adiando manutenções ou limitando investimentos importantes. Outra pode reduzir custos ao identificar a causa de uma parada recorrente de máquina, corrigir o problema e evitar novos impactos na operação. No primeiro cenário, a empresa reduz gastos no curto prazo, mas aumenta riscos futuros. No segundo, transforma eficiência operacional em uma vantagem competitiva. Por isso, redução de custos operacionais não deve ser vista apenas como uma iniciativa de economia, mas como uma oportunidade de entender melhor a operação e tomar decisões mais inteligentes. Por que empresas não conseguem reduzir custos apenas cortando gastos? Muitos programas de redução de custos não geram resultados sustentáveis porque focam apenas no orçamento — quando o orçamento é apenas o reflexo final de problemas que começaram muito antes. Custos desnecessários geralmente surgem de pequenas ineficiências acumuladas ao longo do tempo: um ambiente de tecnologia superdimensionado, processos manuais que poderiam ser automatizados, retrabalhos recorrentes ou áreas que tomam decisões sem uma visão completa da operação. Quando esses fatores não são identificados, eles continuam consumindo recursos silenciosamente e se transformam em um custo difícil de explicar no fechamento financeiro. É como uma dívida de visibilidade: a empresa paga por ela todos os meses, mas nem sempre consegue identificar exatamente onde está o desperdício. Por isso, cortes lineares de orçamento podem reduzir despesas no curto prazo, mas não resolvem a causa do problema. Sem dados para entender a origem dos custos, os mesmos desafios tendem a reaparecer nos próximos ciclos. Como dados e BI ajudam a reduzir custos operacionais Dados e BI ajudam empresas a identificar onde os custos estão sendo gerados e quais processos apresentam oportunidades de otimização. Em vez de analisar despesas apenas no fechamento financeiro, a empresa passa a acompanhar os fatores que influenciam esses custos continuamente. Capacidade ociosa, retrabalho recorrente, consumo de energia fora do padrão e estoque parado são exemplos de problemas que nem sempre aparecem em uma planilha de orçamento. Mas eles podem ser identificados quando diferentes fontes de dados são integradas e analisadas. Essa é a principal mudança: deixar de olhar para custos apenas como um resultado passado. E começar a acompanhar os processos que geram esses custos enquanto eles acontecem. Um ambiente de banco de dados superdimensionado, por exemplo, pode representar um gasto recorrente desnecessário. Com visibilidade sobre o uso real dos recursos, a empresa consegue ajustar sua infraestrutura e tomar decisões mais eficientes. Quais áreas da operação geram mais oportunidades de redução de custos com dados? Os custos invisíveis geralmente não estão concentrados em uma única área. Eles surgem em diferentes pontos da operação, onde falta visibilidade sobre processos, recursos utilizados e oportunidades de otimização. Algumas áreas costumam concentrar os maiores potenciais de redução: Infraestrutura de TI e cloud: ambientes superdimensionados, recursos pouco utilizados, licenças ociosas e custos de infraestrutura que crescem sem acompanhamento adequado. Processos manuais e financeiros: atividades repetitivas, reconciliações manuais, planilhas paralelas e retrabalhos que aumentam o tempo operacional. Estoque e inventário: excesso de produtos parados, baixa previsibilidade de demanda e falta de integração entre áreas. Manutenção: falhas recorrentes, paradas não planejadas e ausência de indicadores que permitam ações preventivas. Consumo energético e operação industrial: desperdícios, variações fora do padrão e oportunidades de eficiência que passam despercebidas sem monitoramento adequado. Em todos esses cenários, o desafio não é apenas reduzir o valor gasto. É entender quais fatores estão gerando esse custo e quais decisões podem melhorar a eficiência da operação. Com dados estruturados e indicadores adequados, empresas conseguem transformar pontos de desperdício em oportunidades reais de otimização. Como medir o retorno de uma iniciativa de redução de custos baseada em dados? Medir o retorno de uma iniciativa de redução de custos baseada em dados vai além de analisar quanto foi economizado no orçamento. O principal indicador está em entender quanto desperdício foi eliminado, quais impactos foram evitados e se essa melhoria consegue se manter ao longo do tempo. Para avaliar esse retorno, três pontos são fundamentais: Linha de base: qual era o custo atual da operação antes da iniciativa? Entender o cenário inicial permite medir a evolução e identificar o impacto real da mudança. Custo evitado: quais problemas deixaram de acontecer após a melhoria? Redução de paradas não planejadas, menor retrabalho e mais previsibilidade operacional também representam valor financeiro. Sustentabilidade da redução: essa economia continuará existindo nos próximos meses ou é apenas uma redução temporária? A resposta mostra se a empresa resolveu a causa do problema ou apenas reduziu um efeito momentâneo. A diferença entre uma empresa que apenas corta gastos e uma empresa que otimiza custos está na capacidade de entender onde os recursos estão sendo consumidos e quais decisões geram mais eficiência. No fim, a pergunta mais importante não é apenas “quanto economizamos?”, mas sim: quanto deixamos de perder por tomar decisões baseadas em dados? Data Analytics: como a Dataside transforma dados em eficiência operacional Redução de custos operacionais não começa pelo corte de orçamento. Ela começa pela capacidade de entender onde os recursos estão sendo consumidos, quais processos geram desperdícios e quais decisões podem melhorar a eficiência da operação. O Data Analytics da Dataside atua exatamente nesse ponto: conecta dados que hoje estão espalhados entre diferentes sistemas, estrutura uma visão confiável da operação e cria análises que mostram onde estão as oportunidades de otimização. O objetivo não é apenas mostrar quanto a empresa está gastando. É revelar por que esse custo existe e quais ações podem reduzi-lo sem comprometer produtividade, qualidade ou crescimento. Com dados estruturados e indicadores estratégicos, sua empresa deixa de reagir aos custos e passa a tomar decisões mais inteligentes sobre a operação. Transforme dados dispersos em oportunidades reais de eficiência.

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