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Diretora de inovação fala sobre participação no projeto do Carro Inteligente de Volta Redonda

Durante entrevista Letícia Oliveira, diretora de inovação de Volta Redonda, falou sobre sua experiência na organização do projeto, que contou com a parceria da prefeitura e desenvolvimento tecnológico da Mapzer – Inteligência Artificial.

(Da esquerda para a direita): Representante da empresa, o subsecretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SMDET), Fernando Lee, e a diretora de Inovação de da secretaria, Letícia Oliveira
(Da esquerda para a direita): Representante da empresa, o subsecretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SMDET), Fernando Lee, e a diretora de Inovação de da secretaria, Letícia Oliveira. Reprodução: Prefeitura de VR / Foto: Cris Oliveira-Secom/PMVR

Em agosto deste ano, teve início um projeto de desenvolvimento tecnológico em Volta Redonda, elevando sua infraestrutura, reconhecimento em inovação e principalmente a qualidade de vida no município. Um carro inteligente pode agora ser testemunhado pelos moradores da cidade em pleno funcionamento, varrendo e catalogando cada canto para enviar informações sobre o estado das ruas, calçamentos e sinalização da cidade. A intenção é agilizar e priorizar a manutenção urbana, através da fiscalização constante do veículo movido por inteligência artificial.


O carro conta com câmeras e sensores altamente qualificados desenvolvidos pela startup curitibana, Mapzer, e seu sistema de dados consegue identificar até agora 32 diferentes casos. A ferramenta tecnológica faz parte de uma série de futuras, e cada vez mais recorrentes, medidas inovadoras para fazer de Volta Redonda um novo polo da modernidade, é o que reforça a diretora de inovação, que esteve lidando pessoalmente com a implementação do projeto:


“Esse é um projeto que assim como outros que a gente está realizando, significa muito principalmente pra população, é como um recomeço cultural né? Porque agora os munícipes estão envoltos na tecnologia e na inovação. Ele significa a mudança para uma cultura inovadora aqui no município.”

Reprodução: Prefeitura de VR / Foto: Cris Oliveira-Secom/PMVR

Desafios


Mas assim como qualquer projeto, algo tão notável como um veículo rodando pelas ruas da cidade, também teria seus desafios, mesmo que poucos. Letícia comenta durante a entrevista, sobre o que tornou o caminho mais árduo e demorado. O medo e as incertezas acabaram acometendo outras secretarias, mas como adeptos aos desafios o medo do fracasso não era nem de longe suficiente para desencorajar o time, que estava disposto a “tomar tudo como impulso para seguir adiante”. Com isso, o projeto acabou sendo um sucesso para todos.

Próximos passos


Letícia não esconde as grandes ambições que possui para Volta Redonda, o futuro aos seus olhos é tecnológico e otimista graças as conquistas já feitas graças aos, nas palavras de Letícia, “ótimos profissionais e a liderança de poder executivo sensacional”.


A nossa cidade tem potencial pra se tornar uma cidade cada dia mais tecnológica e pra isso a gente tem tomado diversas frentes [...] Então hoje, estando como diretora de inovação do município, posso afirmar que enxergo uma cidade totalmente imersa na tecnologia, e num futuro bem próximo poderemos dizer que seremos uma Smart City.”


A diretora acredita que o próximo passo para avançar nesse sentido é o investimento em mão de obra qualificada, afim de “gerar programadores”. Ou seja, cultivando mais pessoas qualificadas e dispostas a transformar o meio no qual vivem. Essa, inclusive, é justamente sua opinião sobre o que falta para que outras cidades possam alcançar feitos parecido ligados à inovação, ela acredita que falta às demais cidades direcionamento governamental para projetos inovadores e conhecimento na área tecnológica no geral, o que impede que uma atmosfera propícia ao avanço seja criada para atrair empresas aliadas pelo bem da cidade.

Seu conselho e dica para outras diretorias é que foquem em construir um ecossistema de inovação, para que a própria cidade se torne um chamariz de empresas e capitais investidores capazes de transformar a cultura.


“Uma cidade que quer estar inserida no meio tecnológico deve começar a investir em inserir os munícipes no meio tecnológico, eu acho que o melhor se fazer é trazer projetos que fomentem a inovação [...] Então, é preciso ter espaços que gerem esse ecossistema, isso só é possível através de imersão. Aí a gente pensa em fazer palestras, workshops, eventos de aceleração etc.”


Letícia acredita que sua missão de mostrar às pessoas a grandeza de projetos como esse ainda não acabou, e se mostrou entusiasmada para dar continuidade aos demais projetos e ideias em prol de chegar cada vez mais perto de sua visão para Volta Redonda, que se depender dela e seu time, pode estar a caminho de se tornar uma cidade inteligente.



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